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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

BC deve convocar aprovados em concurso até setembro


Candidatos aprovados no último concurso para as carreiras de técnico e de analista do Banco Central (BC), mas que ainda não foram titulados no cargo devem ser chamados para assumir as funções até setembro de 2015. O compromisso foi feito nesta terça-feira (09/12) pelo comandante da autoridade monetária, Alexandre Tombini, que disse durante participação em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional ter mantido conversas com o Ministério para resolver essa questão.

Um dos órgãos que mais sofre com a falta de pessoal, em função dos diversos pedidos de aposentadoria de servidores que já completaram tempo de serviço, o BC recebeu nos últimos anos autorização para contratar até 500 novos funcionários.

No último concurso foram contratados 250 analistas e 50 técnicos, número que foi considerado insuficiente pelo diretor de Administração do BC, Altamir Lopes. “O edital prevê a entrada de 400 analistas e de 100 técnicos. Portanto, há ainda uma deficiência (de pessoal)”, disse ao Correio, também nesta terça-feira. Lopes reforçou o compromisso de Tombini de que serão contratados, até setembro, 150 analistas e 50 técnicos, que foram aprovados, mas que ainda não foram titulados no cargo.

Outro compromisso reafirmado foi a discussão a respeito da modernização da carreira de técnico do BC, com ampliação de salários e dos critérios de acesso, como a exigência de concurso público de nível superior. Tombini disse ter “simpatia” pela proposta de modernização da carreira, e reforçou que o órgão continuará “o diálogo com o governo nesta matéria”, sem dar mais detalhes de como serão feitas essas reuniões.

A melhoria do cargo é uma reivindicação antiga do Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central (SintBacen), que apenas em 2014 realizou quatro greves para discutir o assunto. A mais recente delas foi em outubro e durou 72 horas.

Em setembro, os servidores do BC já haviam interrompido os trabalhos por 48 horas. Naquela ocasião, a adesão à paralisação havia chegado a 80%. Em abril, quando os técnicos iniciaram o primeiro movimento grevista, a participação era maior, de 90%.

Foram, ao todo, duas paralisações em abril, que duraram apenas poucas horas. Em maio, a categoria cruzou os braços por 24 horas. Em setembro, a greve durou por dois dias.

Fonte: 
Deco Bancillon – Do CorreioWeb

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