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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

MTE: Concurso para 847 vagas de auditor

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) prossegue aguardando a permissão formal do Ministério do Planejamento para a abertura de concurso para auditor-fiscal do trabalho, cargo de nível superior (qualquer área), com remuneração inicial de R$15.338,44. O MTE solicitou autorização para a abertura de 800 vagas, mas uma nota técnica do Planejamento informou que serão oferecidas 847 vagas, com preenchimento escalonado nos próximos três anos. Além da existência do documento confirmando a seleção, no mês passado, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou à FOLHA DIRIGIDA que a realização do concurso já foi permitida. “Foi autorizada a realização de concurso para 840 ou 850 auditores-fiscais. O concurso será no decorrer do primeiro semestre de 2015”, disse o ministro, que já havia manifestado anteriormente a intenção de promover o concurso no início do próximo ano.

Apesar disso, o processo referente ao pedido encontra-se em análise na Secretaria de Gestão Pública do Planejamento, um dos estágios iniciais da tramitação, embora tenha havido avanço no dia 11 do mês passado. A expectativa é que novas movimentações ocorram principalmente a partir da aprovação no Congresso Nacional, do orçamento federal para 2015, o que pode acontecer até o fim deste mês. O MTE tem urgência na contratação de auditores do trabalho tendo em vista a elevada defasagem do quadro, que segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é de mais de 5 mil servidores. O ministro Manoel Dias, porém, só reconhece uma carência de mil a 1.200 auditores.


Além da remuneração atrativa, uma das maiores do Executivo federal e que e partir de janeiro passará para R$16.116,64 (incluindo auxílio-alimentação, de R$373), a carreira de auditor-fiscal do trabalho proporciona estabilidade, em função da contratação via regime estatutário. O MTE promoveu concurso para o cargo pela última vez no ano passado. Na oportunidade, os candidatos tiveram que passar por duas provas objetivas (220 questões) e discursivas (seis questões dissertativas, uma redação e elaboração de parecer técnico), além de sindicância da vida pregressa. As questões das provas foram sobre Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Direitos Humanos, Administração Geral e Pública, Noções de Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Auditoria, Economia do Trabalho, Direito do Trabalho, Seguridade Social, Legislação Previdenciária, Segurança e Saúde no Trabalho, Legislação do Trabalho e Contabilidade Geral. A seleção foi organizada pelo Cespe/UnB e atraiu 48 mil inscritos para as 100 vagas oferecidas, uma relação de 480,35 candidatos por vaga).

Analista – Além do concurso de auditor do trabalho, o MTE também solicitou ao Planejamento autorização para a realização de concurso com até 100 vagas de analista de políticas sociais, de nível superior, com iniciais de R$5.717,88 (de acordo com a Coordenadoria de Recursos Humanos do órgão o valor chegará a R$6.330,28 a partir do próximo ano). Para analista, a última seleção aconteceu em 2012 e naquela ocasião, assim como ocorre para auditor do trabalho, o requisito básico foi a formação superior em qualquer área.

Fonte: Folha Dirigida

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