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sexta-feira, 10 de julho de 2015

CGU - Oferta pode ser ampliada para 1.573 vagas

A Controladoria-Geral da União (CGU) vive a expectativa de ser autorizada pelo Ministério do Planejamento a oferecer 697 vagas para graduados. No entanto, esse número poderá ser ampliado para 1.573, caso o atual ministro da CGU, Valdir Simão, reenvie para a pasta a solicitação de outras 876 chances, desta vez, para o nível médio. Isso porque o processo que pedia concurso para as vagas no cargo de técnico de finanças e controle, que tramitava no Planejamento desde setembro passado, retornou à CGU para nova análise, desta vez, na gestão do ministro Valdir Simão, que acabara de assumir a presidência.
 
Segundo a Assessoria de Imprensa do órgão, as vagas de técnico ainda estão sob análise interna. Atualmente, os ganhos para o cargo são de R$6.065,36. Paralelamente, as vagas de analista são avaliadas pelos setores técnicos do Ministério do Planejamento, podendo ter desfecho favorável em pouco tempo. Nesse caso, a remuneração atual dos graduados é de R$15.376,70, o que deverá atrair o interesse de muitos profissionais, principalmente pela boa perspectiva de haver ainda mais oportunidades durante a validade do concurso.
 
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical), Rudinei dos Santos Marques, a CGU perderá cerca de 20% de seus servidores, que estarão em condições de aposentadoria em dois anos. "No último pedido de concurso, feito pelo ministro Jorge Hage, para 600 vagas de analista, houve autorização de apenas 40% desse contingente. Esperamos que o novo ministro, Valdir Moysés Simão, tenha força política suficiente para garantir a aprovação total das vagas, pois, sem isso, a CGU vai continuar operando com força de trabalho insuficiente para dar conta dos imensos desafios que o país deve superar nessa área."

 
Ainda segundo Rudinei, as áreas principais que precisam de reforço são as que tratam da aplicação da Lei Anticorrupção e a que ficará responsável pelas auditorias em empresas estatais. "O quadro é extremamente reduzido, como no Acre, Rondônia e Roraima, com 14 servidores cada. Em outros, com mais recursos, a situação é igualmente insustentável, especialmente se considerarmos o clamor popular pela aplicação correta dos recursos, e compete à CGU fiscalizar sua utilização."

Fonte: Folha Dirigida

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