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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

ALERJ - Edital está quase pronto! Serão 44 vagas de 3º grau.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) irá realizar concurso para 44 vagas em cargos de nível superior, informou a Assessoria de Imprensa da Casa. Ainda de acordo com a Alerj, a Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio (Femperj) será a organizadora e o edital está previsto para ser publicado em no máximo 15 dias úteis, ou seja, na segunda quinzena de novembro. O regime de contratação é o estatutário, que garante a estabilidade empregatícia aos selecionados. 
 
As oportunidades serão para o cargo de especialista legislativo de nível IV (40 vagas), nas áreas de Engenharia, Arquitetura, Economia, Contabilidade e Tecnologia da Informação (TI), todas exigindo a graduação específica. Segundo a Alerj, a área de TI terá a maior parte das chances, para que o departamento de Informática da Casa seja reforçado. As demais quatro vagas serão de procurador, para quem tem curso superior em Direito e registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ainda não foi confirmado se será exigida experiência para exercer a função.
 
O cargo de especialista tem salário-base de R$6.972,85 e o vencimento do procurador não foi informado. Questionada sobre a forma como os candidatos serão avaliados, a Alerj disse que isso será divulgado em edital. A Casa adiantou, porém, que o seu Regimento Interno deverá ser cobrado. Os interessados em atuar no Legislativo estadual, portanto, já podem iniciar os estudos.

 
O último concurso da Alerj foi realizado em 2011, quando foram oferecidas 44 vagas de especialista legislativo nas áreas de Assessoramento às Comissões, Taquigrafia e Digitação. A organizadora à época foi a Fundação Ceperj, e os candidatos foram avaliados por meio de provas objetiva, para todos os cargos, e prática, para Taquigrafia e Digitação. Essa seleção, porém, foi anulada, após suspeita de fraude. A Alerj localiza-se no Centro do Rio, sendo de fácil acesso aos cariocas.
 
Na última terça-feira, dia 28, a Casa aprovou a extinção de 195 cargos comissionados, que deveriam ser preenchidos por concursados, e criou 61 cargos comissionados, além de 15 funções gratificadas destinadas a funcionários públicos. Todas os 61 cargos não podem ser preenchidos por concurso, pois, segundo a Alerj, geraria impacto à RioPrevidência no futuro.  

Fonte: Folha Dirigida

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