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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

PGE/RJ - Procuradoria já escolheu organizadora. 2º e 3º graus

A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) escolheu a Fundação Carlos Chagas (FCC) para organizar o concurso destinado a cargos dos níveis médio, médio/técnico e superior, na área de apoio. O órgão precisa apenas oficializar a banca, assinando o contrato e publicando a dispensa de licitação no Diário Oficial do Estado (DOE). A previsão da procuradoria é fazer isso nos próximos dias, e publicar o edital até dezembro. A definição da banca ajuda no cumprimento desse calendário. A informação ainda não é oficial. 
Procurada, a Diretoria de Gestão do órgão, setor responsável pelo concurso, não negou e nem confirmou a escolha, limitando-se a informar que "ainda não pode confirmar a organizadora". Ainda de acordo com o departamento, "o processo (de escolha da banca) encontra-se na assessoria (jurídica) para manifestação, de modo que, somente após o retorno, poderão ser prestadas maiores informações". A posição oficial confirma que falta apenas a assinatura para que a banca seja divulgada. Além de prever a publicação do edital até dezembro, a procuradoria pretende aplicar as provas em fevereiro ou março, segundo informado por essas fontes. A estrutura da seleção também já foi definida: haverá 60 questões objetivas de Português, Noções de Informática e Noções de Direito (Direito Administrativo, Direito Constitucional e Direito Processual) para o cargo de técnico processual, de nível médio.
Serão propostas ainda 70 questões objetivas de Português e Conhecimentos Específicos aos interessados na função de analista, de nível superior. Os candidatos às vagas de 3º grau serão submetidos ainda à contagem de títulos. As objetivas serão aplicadas em dois turnos, sendo as de analista pela manhã, e as de técnico, à tarde.
O concurso visará à formação de cadastro de reserva nos cargos de técnico processual (nível médio), técnico contábil e de sistemas de métodos (médio/técnico) e analista (superior) nas áreas de Administração, Contabilidade, Análise de Sistemas, Biblioteconomia, Medicina, Comunicação Social, Direito e Engenharia/Arquitetura. Nos níveis médio e médio/técnico, a remuneração é de R$4.542,42 (podendo chegar a R$5.676 com titulação). Já para analista, o rendimento é de R$6.382 (podendo chegar a R$7.516).

Cursos em PDF e Videoaulas
Os classificados serão lotados no Rio de Janeiro e nas procuradorias regionais, em Niterói, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Barra do Piraí, Volta Redonda, Angra dos Reis, Petrópolis, Nova Friburgo, Macaé, Campos dos Goytacazes, Itaperuna e Cabo Frio). O regime de contratação é o estatutário, que garante a estabilidade empregatícia.
A PGE-RJ localiza-se no Centro do Rio, sendo de fácil acesso aos cariocas. A expectativa é que haja um bom número de contratações por meio dessa seleção, pois a procuradoria realizou muitas exonerações nos últimos meses, principalmente referentes a terceirizados ou comissionados. A validade do concurso será de dois anos, prorrogável por igual período. O último concurso da PGE-RJ foi realizado em 2009, quando a FCC também recebeu inscrições e aplicou provas. A sua escolha novamente, portanto, ajuda aos interessados.
Especialista dá dicas de Legislação Específica
A PGE-RJ está prestes a oficializar a Fundação Carlos Chagas (FCC) como organizadora do concurso. Com a proximidade da divulgação do edital, os interessados em participar da seleção já iniciam a preparação dos estudos para as provas. Para auxiliar os candidatos, FOLHA DIRIGIDA conversou com a professora Claudete Pessôa, especialista em Legislação Específica, que forneceu dicas a respeito do possível conteúdo que será cobrado pela banca. A especialista diz que, normalmente, a FCC apresenta provas de múltipla escolha, onde o candidato deve reforçar a atenção.
“Ele deve estar atento ao enunciado, pois nem sempre se quer a resposta correta, ou seja, não raro o candidato deve procurar a afirmativa que confronta com o conteúdo explorado na questão. Para a minha matéria, Legislação Específica, isso se reforça.” A docente afirma que são nos enunciados que a FCC costuma colocar as famosas “pegadinhas concurseiras”. Claudete explica que esta é uma banca que explora bem o conteúdo do edital e, na parte legislativa, o estudo do texto legal se mostra uma excelente estratégia de preparação. Testar os conhecimentos do candidato usando como exercício provas de concursos anteriores também é indicado por ela como um bom método de treinamento, visto que o conteúdo não se altera muito.
“Não acredito em grandes surpresas no edital. É bem provável que o conteúdo se repita. O que é muito importante é que as leis provavelmente serão as mesmas, mas atualizações acontecerão e o candidato deve estar atento a tais mudanças”, sinaliza a especialista. A respeito das disciplinas que podem dificultar a aprovação, Claudete aponta Língua Portuguesa e Legislação Orgânica como sendo uma “pedra no sapato” do candidato. “Legislação Orgânica é sempre um desafio, pois exige o conhecimento não só da estrutura da instituição, mas também das regras estatutárias aplicáveis aos procuradores do Estado, regras estas que não podem ser confundidas com as disposições legislativas do Estatuto do Servidor do Estado. O candidato deve estudar a sua futura carreira (Lei 4720/2006), mas também a carreira do membro da PGE, constante na Lei Orgânica (LC 15/1980).”
Para que os interessados no concurso se saiam bem nas avaliações, a professora enumera algumas estratégias que podem ser adotadas por eles. “É importante que o candidato analise o conteúdo do último edital e monte um quadro de horários para estudar, iniciando pelas matérias que têm maior dificuldade, ou seja, dedicando um tempo maior às mesmas.” Ela comenta, ainda, que é preciso fazer uma revisão geral do conteúdo, para que, mesmo que sejam assimiladas, não ocorra esquecimento de certas matérias pela falta de contato. A professora disponibiliza em seu site, gratuitamente, toda a legislação atualizada. 

Fonte: Folha Dirigida

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