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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Ministério da Fazenda - Órgãos e categorias brigarão pela abertura de concursos em 2016

O Ministério da Fazenda é um dos órgãos federais que irá lutar pela realização de concursos em 2016. Após a suspensão das seleções públicas anunciada em setembro, o Ministério do Planejamento admitiu que poderá conceder autorizações excepcionais, em casos de emergência ou grande necessidade. A abertura dos concursos dependerá, portanto, da força política e do poder de negociação dos órgãos e categorias. Para este ano, a Fazenda já havia feito pedido de concursos para 9.289 vagas em vários órgãos de sua estrutura. As categorias que seriam beneficias têm feito cobrança pela liberação das seleções, trabalho que deve continuar ao longo do próximo ano. De acordo com o Planejamento, as solicitações de concurso deverão ter que ser reapresentadas no ano que vem, para autorização em 2017. A briga será, portanto, pela antecipação do aval. Questionado sobre o assunto, o Ministério da Fazenda informou que não comenta fase preparatória de concursos. A tendência, no entanto, é que sejam mantidos ao menos os quantitativos solicitados este ano.

A entrada do ministro Nelson Barbosa no lugar de Joaquim Levy também cria um clima de esperança entre os concurseiros de que a pasta possa abrir concurso em 2016, tendo em vista que o novo titular possui um perfil mais desenvolvimentista e menos ortodoxo do que seu antecessor. Das solicitações feitas, destaque para as 3 mil vagas de assistente técnico-administrativo. O cargo tem requisito apenas do ensino médio completo e proporciona remuneração inicial de R$3.671,82 (já incluindo o auxílio-alimentação, de R$373). Também para a área de apoio do órgão, foram pedidas 500 vagas de analista técnico-administrativo, que admite graduados em qualquer área e cujos iniciais são de R$ 4.884,02 (já com o auxílio).


Outra seleção bastante aguardada é aquela solicitada para a Receita Federal. Para o órgão, a solicitação é para a abertura de 1.858 vagas, sendo 1.240 para Analista Tributário e 618 para Auditor-Fiscal, com remunerações iniciais de R$ 9.629,42 e R$16.116,64, respectivamente. O Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários (Sindireceita) aprovou no início deste mês a pauta de reivindicações da categoria para 2016, que inclui o aumento do efetivo. Já o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais, além da contratação de auditores, defende o reforço do quadro de servidores administrativos. Pesa a favor do pleito das categorias o fato do órgão ter sido citado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) entre aqueles que possuem efetivo insuficiente para combater os crimes praticados nas fronteiras.

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Últimas vagas para a turma de janeiro/2016
Negociações serão mantidas em 2016 
Em reunião realizada no último sábado, dia 19, para tratar do reajuste salarial da categoria, o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, asseguraram que os temas estruturantes da pauta de reivindicações dos analistas continuarão sendo discutidos no próximo ano, segundo divulgou o Sindireceita. Além do concurso, a categoria cobra, por exemplo, a implementação da indenização de fronteira, que poder render ganhos extras de R$2 mil por mês, aproximadamente, aos servidores lotados nestas regiões, caso da maioria dos recém-concursados. No caso da negociação com os auditores-fiscais, que rejeitaram de pronto a proposta de 27% referente aos próximos 4 anos, a briga promete ser ainda mais intensa. A classe já está em greve há 8 meses e promete avançar por todo o ano de 2016, caso não sejam atendidas suas reivindicações. Os auditores não aceitam qualquer diferença ao que foi oferecido pelo governo aos advogados públicos da União.

Os outros órgãos que integram o pedido de concurso do Ministério da Fazenda são a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Tesouro Nacional. Para Susep e CVM, foram solicitadas 239 vagas, das quais 129 apenas para agente executivo, de nível médio, com iniciais de R$5.549,43. Foram pedidas 60 vagas para a Susep e 69 para a CVM. No caso do Tesouro Nacional, a requisição foi de 120 vagas de analista de finanças e controle, aberto a quem possui formação superior em qualquer área e com remuneração de R$ 15.376,70 no início da carreira.

Com informações do Blog do Concurso

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