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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Ministério da Fazenda - Novo concurso será analisado pelo Planejamento

Entre os pedidos de concurso que o Ministério do Planejamento irá analisar este ano estão os feitos pelo Ministério da Fazenda para vários órgãos que compõem a sua estrutura. Além de cargos da própria pasta, a Fazenda solicitou concursos para a Receita Federal, Susep, entre outros. São oportunidades voltadas para quem possui o ensino médio ou superior completo, com remunerações que variam de R$3.671,82 a R$16.116,64.
Após o anúncio, em setembro do ano passado, da suspensão dos concursos como medida para o ajuste fiscal perseguido pelo governo, o Ministério do Planejamento informou que os órgãos teriam que reapresentar os pedidos feitos visando à inclusão no Orçamento de 2016, para serem analisados este ano e autorizados em 2017. Questionado sobre a reapresentação do pedido, o Ministério da Fazenda disse que não irá se manifestar sobre concursos em processo de autorização. A reapresentação terá que ser feita até o fim de maio e as negociações deverão ser no sentido de obter a permissão ainda este ano.
Por meio do pedido encaminhado no ano passado, foram solicitadas 3.930 vagas para a área de apoio do ministério, sendo 3 mil para assistente técnico-administrativo, de nível médio, com remuneração inicial de R$3.671,82, incluindo auxílio-alimentação, de R$373. Destaque também para as 500 vagas solicitadas para analista técnico-administrativo, de nível superior, cujos iniciais são de R$ 4.884,02. Entidade que representa a categoria, o Sindicato Nacional dos Servidores Administrativos da Fazenda (Sindifazenda) já apontou um déficit de mais de 5 mil trabalhadores no setor. Para a Receita Federal, o pedido foi de 5 mil vagas, das quais 3 mil de analista-tributário e 2 mil de auditor-fiscal. Ambos os cargos são abertos a quem possui formação superior em qualquer área. Os ganhos mensais no início da carreira são de R$$9.629,42 para analista e R$16.116,64 para auditor.

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Prioridade - No fim do ano passado, o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários (Sindireceita) aprovou a manutenção da cobrança por concurso na pauta de reivindicações para 2016. Segundo a presidente do sindicato, Sílvia Felismino, as negociações não avançaram ultimamente. “A única coisa que eles dizem é que, havendo concurso, a Receita será prioridade”, contou. A sindicalista alertou que a situação do órgão, que já possui grande carência de pessoal, poderá ficar muito pior se o governo conseguir aprovar no Congresso Nacional o fim do abono de permanência, vantagem paga aos servidores que continuam na ativa, mesmo reunindo condições para se aposentar. “Sairiam mais de 3 mil servidores. Aí a Receita Federal para”, frisou.


No caso de auditor-fiscal, uma das preocupações é com relação ao grande número de aposentadorias. Em média, são registradas cerca de 600 aposentadorias por ano, segundo o sindicato da categoria (Sindifisco Nacional). A média de idade dos auditores-fiscais é de 51 anos, também segundo o sindicato. A solicitação da Fazenda também incluiu 129 vagas de agente executivo, de nível médio, com iniciais de R$5.549,43, sendo 60 para a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e 69 para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Outro destaque é o cargo de analista de finanças e controle (superior; R$15.376,70), do Tesouro Nacional.


Fonte: Blog do Concurso

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